sábado, 5 de dezembro de 2009

Os Muros de Berlin vem sendo derrubados nos DCEs do Rio Grande do Sul.

A esquerda que sempre foi uma hegemonia nos DCEs de todo o Brasil, vem perdendo sistematicamente estes espaços para estudantes mais interessados nas leis do mercado do que nas teorias de Marx. Esta mudança teve inicio aqui, no Rio Grande do Sul.

Nesse final de ano importantes DCEs foram protagonistas destas mudanças, que tendem a se tornar realidade em todo o Brasil. Isso se deve ao surgimento de movimentos que buscam a mudança dos hábitos e ações do dito Movimento Estudantil e pelas já provadas falhas nas teorias esquerdistas, que tanto são defendidas pelo Movimento Estudantil reacionário de esquerda.

No ano de 2010 os DCEs da UFRGS, IPA e UCS sob o comando das novas gestões eleitas, prometem trabalhar para os estudantes, buscando soluções para os problemas que os mesmos costumam enfrentar dentro das instituições de ensino e ao procurar entrar no mercado de trabalho. Estas são as novas pautas do Movimento Estudantil.

Que essas gestões que deslumbram um futuro de progresso consigam tornar realidade aquilo que defenderam em campanha. Caso contrario teremos o retorno dos retrógrados da esquerda radical e consequentemente a apatia dos estudantes em relação as entidades estudantis.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PRIORIDADES

Nos EUA vemos uma reunião onde os participantes bebem diretamente na garrafinha/lata de refrigerante e usam canetas descartáveis.

Já no Brasil, enquanto os nordestinos morrem de fome e o RJ vive uma guerra pior do que a do Iraque, o presidente precisa caminhar em tapete vermelho...


terça-feira, 28 de julho de 2009

É triste ser brasileiro!

Depois que o Lula se tornou presidente, criou para si novas metas. A principal delas é se tornar secretário-geral da ONU. E creio que ele tem grandes chances de chegar lá, é um líder muito simpático e bem visto pela comunidade internacional, tem bons relacionamentos tanto com lideres democraticamente eleitos na Europa como também com ditadores da África.

Para alcançar esse objetivo sempre tem se posicionado de forma neutra nos mais diversos tipos de conflitos, tentando promover o dialogo afim de evitar conflitos. Mas isso tudo está saindo caro para o povo brasileiro, não apenas porque somos nós que pagamos as frequentes viagens internacionais do presidente, mas sim porque o Lula sempre tem cedido a "vontade" de países vizinhos.


Primeiro foi as chantagens da Bolívia que praticamente roubou as unidades da Petrobrás que la estavam. Agora é a vez do Paraguai nos apunhala e com a ajuda do Itamaraty que deveria servir aos interesses brasileiros e não estrangeiros. Neste caso apesar de termos um tratado que define muito bem estas questões que o Paraguai fez que não compreendia e já pagarmos um valor bem acima do que é pago as demais usinas de energia elétrica do país, o governo Lula resolveu triplicar o valor pago ao Paraguai.

E ainda nos fez engolir que quem irá pagar esse adicional será o governo e não o povo, talvez o Lula acredite que o dinheiro que o governo gasta venha de Marte. Deve estar sobrando dinheiro para os investimentos em educação, infraestrutura, saúde, prevenção de doenças, saneamento básico, segurança...

domingo, 15 de junho de 2008

As eleições para a reitoria e toda uma palhaçada

No ultimo dia 12 a comunidade acadêmica escolheu através do voto quem deveria comandar a reitoria nos próximos 4 anos, digo deveria pois apesar de existir um ACORDO assinado pelas quatro chapas que concorriam e pelas três entidades que representam as três classes da universidade, que determinava “...considerar, no mínimo, os pesos de 40% para professores, 30% para técnicos administrativos e 30% para estudantes, ponderados pela participação respectiva, para computar os resultados da Consulta...” o calculo mágico que atribuiu a vitória a Chapa 2 conforme divulgado no site da UFRGS foi outro muito diferente. Com base naquilo que foi acordado democraticamente a chapa vencedora é a Chapa 1 com um percentual de 40,64% contra os 37,54% da Chapa 2. Qualquer resultado diferente, desse calculado a partir do acordo firmado, deve ser veementemente rejeitado pela comunidade que faz parte da UFRGS.